terça-feira, 27 de setembro de 2016

Dia 70 - Friso nos cutaways

Ainda falta completar a colagem nas regiões dos cortes. Para curvar o friso na parte inferior, recorremos ao soprador térmico.


Fechadaça!

Moldado ao desenho, agora é só colar.


Em seu devido lugar.

Na parte de cima do corpo, há uma curva ainda mais acentuada. Neste caso, não há como dobrar o plástico sem quebrá-lo. Por isso, usaremos um outro pedaço para completar o contorno.


Emenda.

Para que a junção esteja bem rente, cortamos as pontas com um alicate turquesa e também ajustamos nelas uma mínima inclinação.


Lixa e lima.

Posicionado, colamos o adendo e juntamos bem com a primeira parte, mais uma vez, à base do soprador.


Pronto.

Com friso em todo o corpo, agora limamos o excesso acima. Os movimentos devem ser sempre direcionados ao interior.


Evitando que descole algum pedaço.

Até que chegue ao fim.


Caution: men at work!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Dia 69 - Friso do corpo

Para fixar a base da ponte é fácil: ponteira de metal para marcar a posição do parafuso e usar o próprio para fazer a cavidade.


Moleza!

Mas, a pauta do dia é colocar friso no corpo.


Filete de 160cm de comprimento, 10mm de largura e 1,5mm de espessura.

Começamos com o ajuste da tupia para que o canal do friso seja feito no tamanho certo, que é um pouco mais largo do que o do braço.


1, 2, 3, testando...

Com ela na medida, é só passar em todo contorno.


Procedendo.

Ou quase.


Faltando um pedaço.

Sem ângulo suficiente por causa do tróculo, não foi possível completar a volta com a tupia. O pequeno trecho faltante é retirado com estilete.


Só assim.

Agora, vamos colar, basicamente, como fizemos no braço no dia 40 e refizemos no dia 45.


Super Bonder nele!

Trecho por trecho, logo fica quase pronto.


Praticamente frisado.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Dia 68 - Detalhes nos cutaways e posicionamento da ponte

Depois de uma geral no tróculo, vamos concluir alguns ajustes nos cutaways.


Curva nada suave.

Com o corpo fixado, um cilindro de ferro envolvido por uma lixa nº 120 é a melhor ferramenta para melhorarmos a situação.


E como!

Na parte de baixo, o bico estava apresentando diferenças quando observado pela frente e por trás do corpo.


Lado B.

Neste caso, melhor usar um tradicional toquinho reto com uma lixa nº 80.


Lado A.

Cutaways devidamente detalhados. Avançamos: posição da ponte no corpo.


Via Crucis.

A ideia é simples: medimos a partir de onde deve terminar a pestana, que fica entre a escala e a mão do instrumento, até o centro do 12º traste e dobramos o resultado. Ou seja, em 31,4cm a partir desta referência deve ficar o meio do primeiro par de "carrinhos".


Risco no ponto exato.

Precisamos ajustar a lateralidade também. Com um fio de barbante simulando o trajeto das cordas, conferimos as extremidades para que a primeira e a última corda estejam com a mesma distância à direita e à esquerda do braço.


Rafa, me ajuda aí pra bater a foto!

Verificamos a inclinação da peça com uma régua de metal apoiada no último traste. Com ela perfeitamente reta, usamos a base da ponte para desenhar seu contorno e onde devem ser feitas as cavidades dos parafusos.


Só furar.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Dia 67 - Acabamento nos cutaways

Antes de continuar o que estávamos fazendo na semana passada, só vamos dar uma pequena arredondada nas quinas do tróculo.


Lixadeira.

Agora sim, vamos melhorar a curva do cutaway inferior.


Antes.

Lixa nº 80 em alguns tocos de madeira de tamanhos variados e num cilindro de ferro ajudam a fazer o trabalho.


Depois.

Também precisamos mexer no bico ao final desta curva.


Baita degrau.

Sempre apoiado, vamos lixando pelas beiradas até suavizar. Para conferir a uniformidade, recorremos ao esquadro.


Mínima diferença à direita será compensada com a colocação do friso.

Feito um lado, passamos para o outro.


Muito a fazer.

Além do apoios já citados, ainda envolvemos uma folha de lixa numa lima para acertar alguns detalhes rentes à junção.


Outra coisa.

Com as curvas prontas, restam apenas as laterais do tróculo.


O ponteiro marca 120...

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Dia 66 - Acabamento no tróculo e no corpo

Os buracos por onde devem passar os parafusos da junção ainda estão muito justos.


Não entra.

Por isso, vamos alargar os furos com uma broca um pouco maior, oriunda de um jogo em polegadas.


As medidas disponíveis são ligeiramente diferentes.

Agora sim!


Você e eu, eu e você... juntinhos!

Com o braço parafusado, agora podemos marcar a sobra do tróculo a ser removida. Nos dois lados da junção, a ideia é equiparar as larguras.


Traço de lapiseira bem rente.

A maior parte é removida na serra: do risco para fora.


Professor de olho no lance.

Depois, chegamos na marcação com a lima.


Laranja lima.

A conclusão é com uma lixa apoiada num toco.


Laterais ok.

Agora, vamos melhorar o acabamento nas quinas do corpo com o tróculo. No dia 61, tínhamos chegado ao máximo possível com os roletes.


Trabalho manual.

Em alguns minutos, a região do corte inferior já ficou bem melhor, mas ainda precisamos suavizar esta curva.


Daqui não parece um bonequinho?

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Dia 65 - Canais dos parafusos e buchas

Faremos os furos por onde passarão os 4 parafusos que unirão corpo e braço. Em primeiro, marcamos o excedente do tróculo a ser removido.


Base até antes do início do shape.

Segundo: serramos.


Já era.

Fácil!


Ainda sem mexer nas laterais.

Agora definiremos o posicionamento dos parafusos. Como base, usamos uma plaqueta de metal centralizada, desenhamos sua forma e marcamos 4mm de bordas. Em cada canto, contornamos as buchas, externa e internamente. Por fim, com uma ponteira de metal, marcamos onde será furado.


Não parecem... CDs?!

Com uma broca também de 4mm, perfuramos.


Quatro buracos.

Com uma de 9/16", limitada à altura certa, preparamos onde serão inseridas as buchas.


Um quarto.

Na medida!


Ficou bacana.

Só resta passar para a outra peça. Colocamos tudo no lugar e, com o braço posicionado, martelamos para marcar onde devem ser feitos os furos...


Aqui é trabalho, meu filho!

... e mandamos ver.


Por hoje, é só.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Dia 64 - Encaixe do braço no corpo

Para unir as duas peças, prepararemos a junção. Começando pelo alinhamento do último traste com a curva do corpo.


Como no projeto original, apesar de ter uma casa a mais.

Com o instrumento no chão, vamos ajustar a angulação do braço.


Ê criança que vai ser linda!

Precisamos melhor com a marcação dos centros.


Na mira.

Um barbante esticado ainda nos ajuda na conferência. Com a posição certa, contornamos a área onde será trabalhada.


Mapeado.

Em cima da linha, marcamos com estilete, o que ajuda na próxima etapa.


Riscado.

Na furadeira de bancada, marcamos as extremidades e ligamos os pontos.


Sempre no limite da anterior.

Descendo a fresa devagar para evitar que escape, logo terminamos.


Piscina de marupá.

Assim, fica mais fácil de fazer o acabamento, ...


Removendo as bordas.

... que ainda passa por um último ajuste com a tupia.


Nas mãos do professor.

Feito!


Desnível mínimo será corrigido.